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Aquecimento Global, catástrofes naturais, miséria, fome, superpopulação, saúde pública, saneamento básico, violência, corrupção, má distribuição de renda, enfim, são inúmeros os problemas da humanidade.

Com o intuito de tentar resolver e responder questões que intrigam as pessoas há séculos, uma agencia privada identificada apenas como AVN decidiu reunir os maiores cientistas do planeta, além de doutores, PHDs, engenheiros, astrônomos, psicólogos, filósofos, NASA (Agencia espacial americana) enfim, as mentes mais poderosas do mundo, para tentarem resolver e responder algumas questões que nos inquietam.

Inúmeras experiências foram realizadas, descreverei duas, que foram as mais complexas, e também os respectivos resultados obtidos.

1. Como chupar cana e assoviar ao mesmo tempo?

Para essa questão inúmeros testes e experiências foram realizados, sem sucesso. Sem desistir e muito menos sem se entregar os cientistas continuaram as experiências, e baseado no desenho animado da Shirra, que tinha o personagem do mal chamado MANDÍBOLA, e que tinha as mandíbulas de ferro, os engenheiros construíram uma mandíbula semelhante de alumínio e de carbono, já que este é bem mais leve que o ferro. Tinham a intenção de conectá-lo ao rosto da cobaia, embaixo do queixo e ligá-lo através de um super chip ao cérebro, que faria os comandos para que a nova mandíbula mastigasse a cana enquanto a boca natural assoviava. Mas não deu certo porque faltou uma extensão para ligar o aparelho que ia carregar a bateria na tomada. Com isso o projeto foi abaixo.

Foi quando um cientista da Nova-Grelândia, mas precisamente do estado de Culândia, teve uma brilhante ideia: o problema era assoviar e chupar cana ao mesmo tempo, e pela mesma pessoa, mas não necessariamente deveria ser pela boca, foi quando ele teve a ideia de que poderia ser por outro orifício, e como profundo conhecedor da anatomia humana, percebeu que o melhor orifício para a experiência seria o Cú, mais conhecido como ânus. Foi assim que quando tudo parecia perdido, surgiu uma luz, o mais estranho é que essa luz veio do orifício das trevas, o trevoso, o orifício Merdéx.

Bem, a pergunta agora era como assoviar pelo Rabistéx. Mais uma vez inúmeros testes foram feitos sem resultado, bem, vou pular e vou direto para a experiência final, a que deu resultado positivo.

Os cientistas fizeram o seguinte procedimento:

Implantaram uma supermangueira interna de material especial feito de cúlatex que era ligada uma ponta bem na extremidade interna do orifício merdex, e outra ponta que ligava a uma válvula ativa de cúmônio sólido invertido do avesso, mas de traz pra frente, porque se fosse de frente pra traz não ia funcionar, mas ainda assim, ao contrario, essa válvula era ligada a um micro compressor interno com motor da The P-eido implantado ao lado do estômago; atrás e na frente ao mesmo tempo, mas não na mesma hora, e que era alimentado por uma manta de painéis de foto sensores colados nas costas do individuo e que transmitia a energia para o compressor e para o superchip através de magnetismo ultratransclauiricosmamilos, em que o mamileitis direito corresponde a carga positivo e o esquerdo o negativo. Bem, na válvula diafraguimosa do compressor também se encontrava um chip ligado ao cérebro, que funcionava da seguinte forma. Quando o individuo chupasse cana ele deveria pensar em assoviar também ao mesmo tempo, ai o cérebro enviava um sinal que era capitado e interpretado pelo chip que por sua vez acionava a válvula que ligava o compressor e que mandava ar para o orifício cagueitis, que deveria ser apertado e contraído, procedimento esse conhecido como “apertar o cuzinho” esse procedimento deveria resultar num assovio, agora o problema era como ajustar o apertamento e afrouxamento do cagueitis para que saísse som, e mais, para que o cuzinho entoasse melodias. Para isso não foi muito difícil, o superchip já era equipado com MP-16, que tinha já uma pasta com 16,000,000,000 +1 musicas arquivadas e com a possibilidade ainda de interpretação da musica que o individuo estivesse pensando, bastando pronunciar o nome da musica que o chip já a reconhecia. Ai agora ficou fácil, no fim da mangueira, já bem pertinho do orifício merdéx, instalaram um filtro ligado a um balão que enchia e esvaziava, controlando o nível de ar, semelhante ao fole de uma gaita, e isso resultava na no liberamento e fechamento de pressão de ar que resultava na melodia interpretada pelo cuzinho, que tinha uma tessitura que ia do C2 (cu mais frouxo) ao C9 (Cu superapertado) há, e outra coisa também foi implantado um tubo de BOM AR, para que o assovio saísse com cheirinho de floresta e não de merda. E foi assim que aconteceu e que deu certo.

Primeiro problema resolvido.

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