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Introdução e Objetivos Editar

Estudos feitos a partir de documentos oportunamente acessados demonstram que a invasão na Pontifícia Universidade Católica (PUC) em 1977 foi uma orquestração política destinada a eliminar os grupos de Direita ali presentes, os quais utilizavam a UNE como carapaça.

A invasão da UNE: O aparato comunista infiltradoEditar

A bem da verdade e do registro histórico correto, a UNE abrigou grupos de extrema-direita derivados do movimento Integralista de Plínio Salgado, os quais foram desmontados pela ação do Coronel Erasmo Dias e do aparato comunista instalado dentro do Governo Militar desde o Governo Geisel. As ligações de Erasmo Dias com o Partido Comunista Soviético estão bem documentadas nas atas de reunião abertas ao público em Moscow, em 1992.

As políticas estatizantes de Ernesto Beckmann Geisel e seu apoio à Cuba na invasão em Angola, culminando com a execução informal de um grande grupo de direita ligado ao assassinato do jornalista Wladimir Herzog expuseram a organização Comunista dentro da ARENA, sob comando de Armando Falcão e financiada pelas empresas de Paulo Salim Maluf, o qual interrompeu seus estudos na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo por dois anos, período no qual participou de treinamento de guerrrilha em Cuba.

O Comunismo na ARENAEditar

Além de Maluf, Erasmo Dias e Geisel, também atuaram com forte influência nas organizações socialistas da ARENA o ex-prefeito de São Paulo, Reynaldo de Barros e o então governador Adhemar Pereira de Barros, o qual facilitou o fomento de organizações esquerdistas como a VAR-Palmares através da facilitação de uma série de assaltos montados, como o famoso assalto ao cofre de sua amante Anna Gimel Benchimol Capriglione.

A movimento comunista dentro do Regime Militar também é associada a morte de Tancredo Neves, a qual permitiu o ingresso definitivo da Esquerda Comunista no poder através da figura do Maoísta José Sarney, ex-menbro do PC-Chinês no qual usava o Codinome de Jo Zee Sanei. Tal aliança pode ser comprovada hoje pela análise das intimas relações entre o atual presidente e ex-sindicalista, Lula e José Sarney, os quais se defendem mutuamente no senado brasileiro.

O Delegado Fleury: A infiltração da KGB no DOPSEditar

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Executar uma ação impensável e inacreditável é sempre o melhor método de mantê-la sob segredo. Neste sentido, fica clara a atuação comunista e influência da URSS não apenas sobre a cultura brasileira universitária através da KGB, mas também através da infiltração pura e simples de membros do Partido Comunista nas fileiras Militares.

Sergio Paranhos Fleury Filho foi delegado do DOPS de São Paulo entre 1966 e 1974, quando estabeleceu o famoso genocídio da Boca do Lixo, executando uma série de personagens cuja atuação política permaneceu obscura até pouco atrás. No entanto, descobre-se recentemente que todos os elementos perseguidos e executados durante este episódio pertenciam ao CCT (mais tarde CCC - Comando de Caça aos Comunistas), organização armada de extrema-direita responsável pelo assassinato de vários esquerdistas durante a década de 70.

Fleury eliminou pessoalmente os responsáveis pelo famoso episódio do espancamento dos atores do espetáculo Roda Viva no Teatro Ruth Escobar, utilizando o aparato do DOPS para a montagem de um Grupo de Extermínio a organizações anticomunistas. Fleury Filho recebeu treinamento em Cuba e foi infiltrado no aparato repressivo do Governo Militar através de atuação política da KGB, organização da qual era membro.

Fato adicional comprovou-se mais tarde no Conflito na Rua Maria Antônia, onde o CCC atacou organizações esquerdistas incrustadas na Universidade Mackenzie foi sabotado por Fleury, que armou os esquerdistas com metralhadoras e fuzis de uso exclusivo do Exército, desviados pelo DOPS através do famigerado delegado.

O aparelho comunista implantado no DOPS através de Fleury teve atuação em várias guerrilhas em apoio aos contra-revolucionários comunistas e cristalizou-se no posterior DOI-CODI, criado a partir da Operação Bandeirante, o qual abrigava reuniões da VPR e do MR8 que recebia armas e treinamento da Polícia Política em esquemas arquitetados por Sérgio Fleury. Nestes episódios, Fleury prendeu uma série de agentes da direita conservadora e membros da TFP, os quais foram torturados sob a alcunha falsa de Comunistas e muitas vezes mortos nos porões do DOPS.

A atuação comunista de Fleury também pode ser identificada no episódio da prisão do Cabo Anselmo, quando sob alegação de prisão política foi inciada a orquestração a Anistia Política com apoio do também comunista Coronel Erasmo Dias, montando um teatro de apoio à soltura de todos os membros da VPR e do MR8 sob uma cortina de fumaça negacionista.

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