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Prefácio Editar

Rapunzel, era um travesti uma mulher que sofreu com câncer na mão de uma terrível bruxa, então passava os dias na torre ouvindo Simple Plan!

História Editar

Era uma vez um casal que há muito tempo desejava inutilmente ter um filho!

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Por um buraco que havia na parte dos fundos do barraco deles, era possível ver, no quintal vizinho, um magnífico jardim cheio das mais lindas prostitutas, flores e das mais viçosas hortaliças. Mas em torno de tudo se erguia um muro altíssimo, que ninguém se atrevia a escalar. Afinal, era a propriedade de uma macumbeira feiticeira muito temida metida e poderosa.

Um dia, espiando pela janelinha, a mulher, Dercy Gonçalvez, se admirou ao ver um canto cheio dos mais belos gatinhos que jamais imaginara. Os gatinhos eram tão fofinhos que ela sentiu um enorme desejo de cheirá-los.

A cada dia seu desejo aumentava mais. Mas ela sabia que não havia jeito de conseguir o que queria e por isso foi ficando triste, abatida e com um aspecto doentio, até que um dia o marido se assustou e perguntou:

— O que está acontecendo contigo, querida?
— Ah! O maior vacilo, maluco! — respondeu ela. — Se não cheirar um gatinho do jardim da macumbeira feiticeira, vou morrer logo, logo!

O marido, que a amava muito, e não queria essa má publicidade para sua carreira pensou (pera ai, ele pensa! A tá, é um conto infantil, então titio Brad pensa, então tá, continua): “Não posso deixar minha mulher morrer, marquei sessão de fotos e tenho que continuar um filme com ela, Senhor e Senhora Will Smith Tenho que conseguir esses gatos, custe o que custar!”

Ao anoitecer, ele encostou uma escada no muro, pulou para o quintal vizinho, pegou o máximo de gatinhos que podia carregar, foi na casa, pegou 1 DVD, uma TV, o cortador de grama e levou para a mulher. Mais que depressa, ela botou um funk alto, ligou a tv na Rede Globo e cheirou os gatinhos, deliciada. Ela achou o cheiro dos gatinhos tão bom, mas tão bom, que no dia seguinte seu desejo de cheirar gatinhos ficou ainda mais forte. Para sossegá-la, o marido prometeu-lhe que iria buscar mais um pouco.

Quando a noite chegou, pulou novamente o muro, mas mal pisou no chão do outro lado, levou um tremendo susto: de pé, diante dele, estava a macumbeira feiticeira com um policial militar!

— Como se atreve a entrar no meu quintal como um ladrão, para roubar meus gatinhos? — perguntou ela com os olhos vermelhos de nóia. — Vai ver só o que te espera! Seu guarda! Prenda ele!
- Mas até em livro infantil todo mundo sabe que guardinha militar não prende ninguém, toma esses 10 reais meu filho, vai beber uma cerveja e finge que não viu nada heim, vai!
— Ah, é assim, olha vou pôr teu nome na macumba, vou procurar uma feiticeira, fazer uma quizumba pra te derrubar!
— Oh! Tenha piedade! — implorou o Brad. — Só fiz isso porque fui obrigado! Minha mulher, aquela atriz de merda viciada, maconheira sem vergonha, viu seus gatinhos pelo buraco do nosso puxadinho e sentiu tanta vontade de cheirá-los, mas tanta vontade, que na certa ela ia em algum morro carioca comprar drogas!

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A macumbeira feiticeira se acalmou e disse:

— Se é assim como diz, já é, você levar quantos gatinhos quiser, mas com uma condição: irá me dar a criança que sua mulher vai ter. Cuidarei dela como se fosse sua própria mãe, e nada lhe faltará. Já sei até o nome: Sabrina, aprendiz de macumbeira feiticeira.

O homem estava tão surpreso, (suprimento vitalício de gatinhos entroca de um bebê? Até pensou em fazer sua mulher engravidar mais vezes pra ir trocando por coisas melhores, então concordou).

Pouco tempo depois, o bebê nasceu. Era um menino. A macumbeira feiticeira surgiu no mesmo instante, deu à criança o nome de Rapunzel e falou que Sabrina tinha direitos autorais, e que sua mãe-de-santo tinha lhe falado que seria uma menina e como nasceu um menino ela ia travestir a criança desde cedo!

Rafael Rapunzel (Rafael é seu nome original, mas o nome de guerra ficou como Rapunzel, a bicha cabeluda), cresceu e se tomou a mais linda criança sob o sol. Quando fez doze anos, a macumbeira feiticeira trancou-a no alto de uma torre, no meio da floresta.

A torre não possuía nem escada, nem porta: apenas uma janelinha, no lugar mais alto, pra ela pelo menos tentar fofocar a vida dos outros ou em um momento de depressão se tacar de uma vez. Quando a velha desejava entrar, ficava embaixo da janela e gritava:

— Rapunzel, sua bicha surda! Joga abaixo o caralho esse cabelo de Hene!
— Ai não tem nada pra fazer nessa torre, não tem uma boate um bofe, aquela macumbeira sapatão não me deixa sair e não me dá uma tesoura pra eu cortar isso, empresa de alisante lucra horrores só comigo!

Rapunzel tinha uma juba que só um bom tratamento pra aquele cabelo, finos como fios de ouro. Quando ouvia o chamado da velha, abria a janela, desenrolava as tranças e jogava-as para fora, como se fosse um pênis. As tranças caíam vinte metros abaixo, e por elas a macumbeira feiticeira subia.

Rapunzel nunca pensou em fugir usando essa técnica, porque quando era bebê sua mãe usava muitos tóxicos e isso a deixou um quanto tanto Carla Perez idiota!

Alguns anos depois, o filho do rei estava cavalgando pela floresta, despreocupado e quando derrepente, VAPO! Ouviu um funk tão bonito que parou, EN-CAN-TA-DO.

Rapunzel, para espantar a solidão, cantava para si mesma com sua doce voz.

Ai ele ficou louco, quis subir, procurou uma porta por toda parte, mas não encontrou.

Inconformado, voltou para casa. Repetindo os refrões do funk, pensou ele: Pô, nem em baile carioca tem funk tão pesado, tenho que ir lá quendar.

Em uma dessas vezes, o príncipe estava atrás de uma árvore (o que ele fazia atrás da arvore aquele dia não vem ao caso, porque esse é um livro infantil, não Kama Sutra) e viu a macumbeira feiticeira aproximar-se da torre e gritar: “Rapunzel, sua menina lazarenta dos infernos! Joga abaixo tuas tranças!”. E viu quando a macumbeira feiticeira subiu pelas tranças.

“É essa a escada pela qual se sobe?”, pensou o príncipe. “E o cabelo dela não arrebenta e nem a cabeça dela se mexe, eu com esse cabelo na boate dou pego geral, ai vou tentar a sorte, tô louca!!!”.

No dia seguinte, quando escureceu, depois do Programa do Jô (realmente muito tarde), ele se aproximou da torre e, bem embaixo da janelinha, gritou:

— Rapunzel, desgraçada! Joga abaixo tuas tranças!

Ela jogou as tranças, mas dessa vez foi tudo e ele viu que ela era careca, aquilo era uma peruca.

— Ai, nossa — disse Rapunzel encabulada — Essa leucemia tá atacando todo mundo né menino?

Rapunzel ficou muito assustada ao vê-lo entrar, pois jamais tinha visto um homem. Bem era isso que ela falava pra macumbeira feiticeira, e também falava que ia pra igreja toda semana! Mas o príncipe falou-lhe com muita doçura. Pois percebeu o quanto ela era lerda e contou como seu coração ficara transtornado e falou:

— Que batida era aquela que na balada é sensação?
— É claro que é funk meu irmão!

Rapunzel foi se acalmando, e quando o príncipe lhe falou que tinha um puxadinho no Jardim Ângela e perguntou se o aceitava como "namorido" (namora quase marido), reparou que ele era jovem e belo,(agora que a mula percebeu isso tá!) e pensou: “Ele é mil vezes preferível à velha, se ele tiver um vibrador melhor que o dela eu vou…”. E, pondo a mão dela sobre a dele, batendo uma para o rapaz, respondeu:

— Sim! Eu quero ir com você! Mas não sei como descer… Sempre que vier me ver, traga uma meada de seda. Com ela vou trançar uma escada e, quando ficar pronta, eu desço, e você me leva na aquela sua égua travesti!
— Poxa, não fica mas fácil você cortar um pedaço do seu cabelo e descermos agora? E eu trazendo um pedaço de pano toda vez aquela velha da Praça é Nossa não vai reparar não?
— Cala a boca que tu não entende nada de conto infantil, faz o que eu to falando!

Combinaram que ele sempre viria ao cair da noite, porque a velha costumava vir durante o dia. Assim ela dava conta do serviço dos dois, e a macumbeira feiticeira de nada desconfiava, até que um dia Rapunzel, sem querer, perguntou a ela:

— Ai tia, tem alguma pomada? Esse príncipe me deixa assada, menina!
— Ah, menina ruim! — gritou a macumbeira feiticeira. — Pensei que tinha isolado você do mundo, te deixei aqui na torre mais alta olhando a movimentação do morro e sem acesso pra polícia entrar e você me faz essa judaria?!

Na sua fúria, agarrou Rapunzel pelo cabelos e esbofeteou-a. Depois, Rapunzel como não era boba nem fraca deu uma rasteira na velha e disse:

— Sou campeã de queda de braço lá no bar pô, esqueceu velhota — com uma voz bem grossa!

Não contente, a malvada arrancou a peruca de Rapunzel e a levou pobre menina para um centro de tratamento para ex-travestis e abandonou-a ali, para que sofresse e passasse todo tipo de privação.

Na tarde do mesmo dia em que Rapunzel foi expulsa, a macumbeira feiticeira prendeu as longas tranças num gancho da janela e ficou esperando. Quando o príncipe veio e chamou: “Lazarenta! Joga a peruca travesti!”, ela deixou as tranças caírem para fora e ficou esperando.

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Ao entrar, o pobre rapaz não encontrou sua querida Rapunzel, mas sim a terrível macumbeira feiticeira. Com um susto o príncipe grita:

— Ah, ah! Meu Deus Rapunzel, tu tá muito feia, que trem te atropelou, meu amor?
— Não, seu idiota, eu sou a feiticeira!<br} — Feiticeira, tá mais pra Dercy Gonçalves depois do incêndio!
— Como ousa debochar de min, uma velha faixa preta em taekwoondo e que faz rapem desdos 100 aninhos!
— Ata bom, vou perder meu tempo contigo não, cadê o Rafa... quero disser Rapunzel?
— Escondi e você nunca mais a encontrará!
_ Seu boi bumba, boitata, boizebu, sou o príncipe, vou chamar o Batalhão de operações especiais do reino e em 5 segundos tu cai, quer ver?

Entrão o príncipe convocou a Bope real, que já chegou escrachando!

— Ai sua bruxa do 71 do caralho, cadê o Baiano?
— Não sei não!
— Tu acha que pode comigo, sua bruxa vendedora de gatinhos, eu tenho que subir aqui pra desfazer a merda que tu faz, 06, trás a vassoura!
— Mas pra que a vassoura, o senhor vai me obrigar a limpar o chão?
— Não, dona bruxa. A senhora vai fazer um voo inesquecível!

Uma hora depois o príncipe encontrará sua amada!

O Baiano foi pego e a velha bem, ela ta na conta do Papa!

Assim todos viveram felizes para sempre!

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