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Matemática Básica: Uma nova visãoEditar

IntroduçãoEditar

Este livro basicamente vai ensinar a você a matemática correta que você deveria ter aprendido.

Capítulo I: HistóriaEditar

A matemática na realidade começou ha milhares de anos atrás com filósofos, matemáticos de quinta categoria, seu avo e mais um monte de nerds do caramba. Eles que inventaram essa merda de matéria que hoje te fode todo dia. Mas é para isso que serve este deslivro. Você vai aprender aqui o que você vai realmente precisar da matemática no seu dia-a-dia, apresentando formas usuais dessa porcaria. Já que não tem outro jeito mesmo.

Lembre-se: O ser humano é o ser mais inteligente da Terra - segundo ele mesmo.

Capítulo II: BaseEditar

Soma/SubtraçãoEditar

A soma é o básico de tudo. Tudo mesmo, olhe a sua volta, tudo é matemática, tudo é soma. Mas ela pode ser explicada de uma forma mais simples e usual, traduzindo, vamos mostrar de uma forma que sua cabeça vazia entenda.

Segue abaixo o exemplo mais simples de todos, se você já estudou sobre algo parecido, esqueça, e preste atenção no que vem a seguir.

1 + 1 =

Esta é a equação, a fórmula, a coisa mais simples que você aprenderá em matemática, mas as escolas ensinam isso errado. Provavelmente você diria que o resultado dessa equação seria "2". Não, você errou. Tudo, menos 2. Para você somar algo, esses algos tem que ser iguais, mas quem é que garante que o primeiro 1 é igual ao segundo 1?

Na matemática que você aprendeu na escola, eles fazem uma lavagem cerebral em sua cabeça e dizem que uma coisa é igual a outra. Portanto, tratando de matemática usual, não se pode somas uma coisa com a outra. Portanto também, isso vale para a subtração. Principalmente pelo fato, por exemplo, que eu não posso ter uma maçã negativa. Se eu fosse somar ela com a maçã de um amigo meu, nós teríamos nenhuma maçã.

Lembre-se: Não estamos falando de antimatéria.

MultiplicaçãoEditar

No nosso cotidiano, multiplicação não existe. Os únicos que podem fazer esta façanha são:

Jesus

Chuck Norris

Demócrito

Se for pensar sobre isso (lembre-se, isso é só uma hipótese, você n realidade não pensa, você segue a modinha, você é emo) verá que se eu tiver seis maçãs, pegar três delas e tentar multiplicar pelas outras três, obviamente não dará nove maçãs. Portanto, na pratica, a escola te fudeu com matemática, literalmente.

DivisãoEditar

Já a divisão tem suas praticidades, mas em partes. Vejamos:

Pode-se fazer:

2 maçãs / 2

O resultado será 1 maçã e 1 maçã.

Mas não se pode fazer:

2 maçãs / 2 maçãs

O resultado disso seria algo parecido com o Euller elevado na 27 negativo, dividido por mais infinito... algo que você nunca irá entender.

Capítulo III: Botando em prática a matemática da escolaEditar

Vamos agora, dar exemplos da matemática que você aprendeu na escola, na prática.

Imaginemos você estando em um supermercado. Nos supermercados, como em mais alguns outros lugares distintos, as pessoas tendem incrivelmente a serem idiotas.Pode-se compará-las à amebas.

Existem nesses supermercados (estamos falando de super mesmo, não a vendinha de sua esquina) caixas rápido, no qual normalmente eles são para no máximo 10 unidades. Mas uma pessoa normal leria isso e deduziria: só posso usar este caixa se eu tiver no máximo 10 coisas à comprar. Sim , que todas pensam isso, mas lembre-se, o cérebro das pessoas fica alterado, ou seja, elas viram amebas ambulantes e esquecem até o que aprenderam na lavagem cerebral da escola, que é ler unidades. Elas acabam lendo na placa, somente: Caixa rápido. E vão para eles com o carrinho com mais de 100 unidades, normalmente sendo coisas fúteis e de consumismo excessivo (chocolates, salgadinhos, Playboy, etc.). Aí você tem que esperar esse pato passar com todas as compras, o que acaba tornando o caixa rápido, um Rubinho Pé-de-chinélo da vida. Simplesmente por que o animal que estava na sua frente, não aprendeu a matemática ensinada na escola, e isso é muito comum no Brasil.

Temos que ainda levar em conta que os caixas rápido são feitos para novos funcionários, de forma a aprender a utilizar um caixa...

 • Passando seu cartão trocentas vezes até ele ser bloqueado;
 • Ao tentar somar 1 + 1, o caixa vai até a calculadora par fazer isso, gastando mais o seu tempo precioso e inútil;
 • Dizer à você que ele(a) é novo(a), caixa;
 • Chamar toda hora o cara de roller pra concertar a merda que fez.


Capítulo IV: SoluçãoEditar

Como visto anteriormente, tudo o que aprendemos nos dá problemas e problemas aos outros. A forma de mudar isso é começar a pensar, e para isso, você de aprender o básico de como funciona o seu cérebro. Embora, você esteja usando-o para ler isso, você não tem a capacidade básica de controlá-lo que ensinaremos a seguir.

Provavelmente você conhece como seu corpo é. Cabeça, ombro, joelho e pé, caso esteja faltando algo, como sua mão, por exemplo, procure ela pelo chão ou dentro da gaveta... você com certeza esqueceu ela em algum lugar.

Imaginemos você indo em direção ao seu cérebro. Quando você vê-lo, ele parecerá uma bola murcha cheia de merda. Avisamos isso para que não se assuste. Ele funciona basicamente assim:

Existem coisinhas minúsculas que formam essa bola murcha. Elas são milhares e milhares, e elas conversam umas com as outras. Quando você manda algo com uma delas, ela espalha para as outras coisinhas, parecido com telefone sem fio. Mas é claro que elas não falam português, nem inglês... ou outra língua que você e seu amigo inventaram por aí. Elas se comunicam com choques, no mesmo estilo do da tomada de seu barraco onde você mora.

Como todo telefone sem fio da merda no final, essa é a explicação mais racional das besteiras que você faz. Exemplos desse mau funcionamento:

 • Mijar para fora do vaso;
 • Seu chute ser horrível no futebol;
 • Sempre cair um pouco do sorvete da casquinha em sua roupa;
 • Dar joelhadas em seu próprio nariz;
 • Bater de cabeça em algo;
 • Dar canelaço na beira da cama;
 • Deixar cair as moedinhas de sua mão furada no chão do banco;
 • Errar a relação tempo/velocidade de um carro. Consequência: ser atropelado, seu imbecil.

É por esses e outros motivos que você é considerado um idiota completo e não entende matemática. Se um dia você entender algo do que esta neste capítulo, talvez entenda matemática. Mas por consequência, você virará um zumbi. Seu professor de matemática não é um zumbi, simplesmente por que ele não aprendeu matemática. Os que realmente aprenderam eram os que são conhecidos hoje, como múmias, que é quase a mesma coisa que zumbi.

Portanto, entendendo o básico que o livro lhe ensinou, já esta de ótimo tamanho para ti.

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