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Problemas Ambientais Editar

Como todo mundo sabe, existe um grande continente acima do céu, chamado Camada de Ozônio. O grande problema, muito debatido, é que os foguetes soviéticos e aviões a base de catapultas acabaram abrindo pequenos buracos na Camada de Ozônio. As grandes rochas do solo da Camada que ficam em cima vão caindo por esses buracos, criando imensos vales da superfície da Camada. Essas rochas caem na Terra, em forma de meteoritos. Quando elas se espremem para passar pelos buracos, causam erosão e eles são alargados ainda mais, e quanto maiores eles ficam mais pedras caem. É um ciclo vicioso, e enquanto os buracos se alargam vão se juntando uns aos outros em buracos ainda maiores. Desde a queda do muro de Berlim, tornaram-se raros lançamentos de foguetes e pararam de crescer novos buracos. Mesmo assim os antigos buracos continuaram aumentando, e formaram dois enormes buracos. Além de algumas cidades da Camada poderem cair dentro desses buracos, o maior perigo são os raios solares que entram na Terra. Os raios solares são como os raios tradicionais, mas ao invés de saírem das nuvens, saem do Sol, e são feitos de radiação e não eletricidade. São invisíveis e muito mais perigosos, pois podem cair mais de uma vez no mesmo lugar. Eles foram descobertos pelo astro-físico Esparadrapo Clemente de Sá, que afirmou que eles podem causar sérios danos à saúde. Algumas das doenças mais conhecidas causadas pelos buracos na Camada de Ozônio são o câncer de pele, a Doença da Fuga de Órgãos, a Doença do Terceiro Braço e a Doença da Segunda Cabeça. Como o nome sugere, essas duas últimas são anormalidades que resultam no crescimento de partes do corpo a mais do que o normal. Já a Fuga de Órgãos consiste em uma doença na qual os órgãos saem do corpo da pessoa por algum orifício e fogem. Um exemplo é a Fuga de Cérebros. Não adianta tentar se esconder em esconderijos bobos como caixas de papelão, pois a radiação pode penetrá-los. Uma opção é entrar em geladeiras. Certifique-se de que a sua está desligada antes de entrar! Elas podem ser inclusive eficientes para se proteger de bombas atômicas.

Fuga de Cérebros Editar

Como já foi dito, a exposição exagerada à radiação pode causar diversos danos à saúde. Essa radiação é produzida com núcleos, ou com núcleos de átomos ou nos núcleos das estrelas. É normalmente proveniente do Sol, que emite radiação do seu núcleo, em forma de raios solares, e muitos são bloqueados pela Camada de Ozônio, embora os buracos que se formaram permitam a entrada da radiação. Mas ela também pode ser produzida em laboratórios em Terra, utilizando pedras radioativas, como o Urânio e o Plutônio. Essas duas pedras vêm de restos das nuvens de poeira que formaram os planetas Urano e Plutão, respectivamente, e que vieram à Terra em meteoritos há milhares de anos. Existem algumas formas de produzir energia nuclear sem causar doenças, como o uso de Kryptonita, que não afeta os terrestres, mas ela é muito rara. Os cientistas Rutherford e Bohr introduziram o modelo atômico atual no século XX, ao dizer que o átomo consiste em um núcleo e várias partículas pequenas, chamadas de elétrons, que ficam girando em volta, atraídas pelo núcleo, e que ficam se movendo sem parar. É como o Sistema Solar, no qual o Sol fica no meio e os planetas girando em volta. A verdade é que cada elétron é um planeta, onde vivem pessoas realmente minúsculas, tanto que é impossível enxergá-las. Einstein depois disse que, se você quebrar o “pequeno sol” do átomo, a enorme energia que existe dentro dele será liberada, e o sol iria se transformar em dois sóis menores, em uma explosão muito forte que libera muita energia e pedaços do sol que saem voando. Esses pedaços podem cair em outros sóis e gerar reações em cadeia catastróficas. A radiação solar e das pedras Urânio e Plutônio podem causar muitas doenças, como câncer de pele e criação de novos membros do corpo. Uma das doenças mais comuns causadas pela radiação é a Doença da Fuga de Órgãos, que consiste na expulsão de órgãos por algum orifício do corpo. A forma mais comum dessa doença é quando o Sistema Digestório sofre uma mutação e vira do avesso, ficando pendurado pela boca. O interessante é que depois que o estômago foge, pode ainda se mover e envolver os alimentos, digerindo-os do lado de fora do corpo. Essa situação é mais comum em algumas espécies de estrelas-do-mar. Mas o caso mais perigoso é a Fuga de Cérebros, no qual o encéfalo sai pelo nariz e literalmente foge, movendo-se para longe do indivíduo. Depois que a pessoa desenvolve esse mal, ele se torna contagioso, e a doença também é transmitida de geração para geração, portanto ela é transmissível e acontece em regiões específicas. Ela só ocorre nos países do Sul, e os cérebros tendem a fugir para o Norte, principalmente para os Estados Unidos da América, União Européia e Japão, já que os cérebros, ao ganhar autonomia, buscam melhores condições de vida. Cérebros não são nada burros. Essa doença é difícil de ser identificada e controlada porque o corpo abandonado não relata seus sintomas no hospital mais próximo. Quanto mais avançados são os cérebros das pessoas afetadas pela radiação, maior é a probabilidade de fuga. Depois que o cérebro de uma pessoa foge obviamente ela se torna automaticamente acéfala. Os sintomas são parecidos com a da pessoa que já nasce acéfala. Muitas não sobrevivem, porque não se lembram de respirar, mas algumas pessoas ainda ficam com partes do cérebro responsável pela coordenação motora, instinto humano e memória de curto prazo. Embora elas possam então sobreviver e realizar ações simples, como dizer “oi”, a área do raciocínio do coitado é seriamente prejudicada. A maioria dessas pessoas semi-acéfalas precisam ser tratadas em hospitais psiquiátricos e laboratórios de neurologia, mas uma minoria dessas pessoas possuem sensualidade o suficiente para não poderem deixar de serem aproveitadas pelas emissoras de televisão e passam a ser celebridades.

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