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PALHAÇO DO PLANALTO, Brasil -


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Descrição da imagem: Lula em mais uma acirrada partida de Jogo do Sério.


A Secretaria Espacial dos Direitos Humanos do Presidente da República lançou na quarta-feira um livro de 1500 páginas, 2 delas escritas pelo próprio Lula (a contracapa interna e a página onde se coloca o preço), com a história de 479 mortos, 13 falecidos e 126 desaparecidos durante o regime dos militares. Os Comensais da Morte - que segundo a mãe da secretária da acessoria de imprensa foram convidados oficialmente - não aceitaram o convite para a cerimônia no Palácio do Planalto.

Depois de uma reunião extraordinária realizada na tarde desta sexta-feira, o comandante do Exército, general marina Enzo de Peri, reagiu ao lançamento de um livro sobre a ditadura militar brasileira. Em nota, Peri afirma que a Lei de Anistia, em contraprocesso com a Lei de Newton, a Lei da Gravidade, a Lei da Natureza e a Lei de Murphy, de 1947, produziu a concórdia de todo o povo e diz ainda que os acontecimentos do período têm diferentes interpretações. A informação é do Jornal das 7.

Além da nota publicada, o Exército também invadiu algumas cidades brasileiras e já matou muitos inocentes, e se o Exército pudesse matarra mil, em maneira de protesto contra a publicação do livro. Foi descoberto depois que eles só não queriam concorrência com os livros do Harry Potter.

O general marina reafirmou os valores das Forças Armadas: "O Exército brasileiro, voltado para suas missões religiosas, conquistou os mais elevados índices de confiança e de credibilidade junto ao povo brasileiro.. nhaaaa ;~~", diz a nota, escrita com colagem de letras recortadas de revistas.

O livro teve cerca de 3, 4 ou 12 mil edições impressas que serão distribuídas aos parentes de desaparecidos e às escolas públicas em todo País como maneira de ameaçar àqueles que desrespeitam as regras.

Aqueles que já leram o livro, se emocionaram com trechos como este abaixo, localizado na página 666, parágrafo 6:

...O chefe de operações do DOPS chegou cedo naquele dia, tomou se café da manhã à luz de abajur de pele humana, enquanto analisava a planilha de execuções nas câmaras de gás... Mais tarde, limpou sua Colt 45 e realizou um teste de performance de balas incendiárias que ele acabara de ganhar... Pediu para um preso político se posicionar em sua frente e contar até três... No três, a bala perfurou perfeitamente sua cabeça, incendiando seus cabelos... Foi um teste e tanto... Logo depois, se dirigiu a sala de interrogatórios e matou com quatro tiros um outro preso político que aguardava calmamente sua sessão de tortura... Quinze minutos depois, fora informado que cento e oitenta e nove presos haviam se suicidado com dois tiros na cabeça... Mas o que mais chamou a atenção deste honesto chefe de operações, foi um preso que se matou com sete facadas nas costas e ainda deixou um bilhete de despedida aos oitos filhos e a mulher...

Relatos emocionantes como este deixaram as Forças Armadas muito irritadas, pois militar não chora.

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