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ACRE, Dite - Trinta expedições científicas neste ano à região entre os rios Pusnucu e Mamadeira mostram que essa área de floresta pode ser a detentora deste título. Parte de uma das expedições conseguiu voltar, o que já é um feito histórico.

O interflúvio (região entre rios, sua anta) com cerca de 40 metros representa menos de 0,0005% da floresta amazônica, mas em apenas duas viagens os cientistas encontraram pelo menos quatro novas espécies de seres humanos, três de mamíferos chupadores de pica (um chupava o do outro) e algumas dezenas de emos primatas, desconhecidos.

O local está na mira de projetos como a pavimentação da floresta (criando assim o maior aeroporto do mundo) e a criação de um Cocaduto entre Colômbia, Bolívia e Portugal, este último financiando tal projeto --ambos os projetos cortam a área.

Os seis anos em que o grupo ficou no mato driblando atoleiros (índios que atolam na pessoa distraída) mostram que há mesmo algo a perder, pelo menos a virgindade. "Encontramos espécies que não somente nunca tinha sido observada, como aparentemente só existem naquela região", diz Zé da Pipa. Os seres humanos coletados estão agora sendo analisados pelos biólogos para definir se realmente devem ser incinerados. Após confirmação, os corpos devem ser concretados e jogado no fundo do mar.

Zé das Pipas já adianta, no entanto, que ao menos quatro dos emos que ele observou são muito provavelmente espécies novas, devido a permanência constante dos dedos enfiado no . "Eu já tinha visto esses emos em expedições anteriores, mas só agora encontrei vários exemplares. É uma série grande o suficiente para poder ter certeza que precisam ser eliminados"

A presença de emos tão diferentes em um espaço relativamente tão pequeno é explicada porque a região anal engloba também tipos de vibradores manuais, como toras e bambus.

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