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WALL STREET, Yankeeland - Investidores estão indo à loucura com a mais recente crise no mercado financeiro mundial. Tudo deve-se à crise no mercado imobiliário subprime americano.

A crise foi gerada pelo calote generalizado das hipotecas americanas de alto risco. O Mercado, aquecido, fez que muitos americanos pegassem hipotecas, e com o rombo proveniente da inadimplência (problema antes existente apenas em escolas de classe-média), propagaram a crise no mundo inteiro.

A crise a qual o mercado de crédito americano está passando poderia ainda atingir o Brasil, alertou hoje Pedro de Lara, vice-presidente da Agência de Classificação de Risco Desciclopédica. Em sua pessimista avaliação, o risco para essas instituições ainda deve perdurar por alguns anos. A Casa Branca comentou a crise:

"Como o presidente Bush tem dito, a economia dos EUA é sólida como gelatina e nós esperamos ver continuidade do crescimento econômico", disse o porta-voz da Casa Branca aos jornalistas. "Se o bicho pegar, faremos uma guerra em algum lugar para angariar fundos para a indústria militar".

Analistas internacionais culpam o Senhor Barriga, mega-empresário mexicano, pela crise imobiliária. Desde que o México entrou na Nafta, os analistas de Wall Street observam atentamente a receita obtida com o aluguel na Vila do Chaves. O calote por parte do Senhor Madruga era esperado, mas por até a Dona Florinda não pagar gerou pânico nas bolsas do mundo inteiro.

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Há dez dias a Bovespa vem caindo, batendo 666% de perdas. O dólar, que se mantinha comportado, disparou, fodendo com os turistas brasileiros em férias em Orlando e os sacoleiros no Paraguai. As bolsas de Tóquio, Paris, Frankfurt e Londres acompanharam as perdas em grande parte.

O índice Mal Jones, referência da bolsa de Nova York, acumula baixa de mais de 42% desde o recorde de fechamento acima dos 69 mil pontos registrado em julho. Autoridades do mercado financeiro mundial reunidas em Magrathea já entraram em hibernação, programando seus computadores para acordá-los apenas quando a crise passar.

Na América Latina não se tardou a sentir o impacto, visto que a Argentina ficou de quatro. O presidente boliviano Evo Morales em entrevista à Reuthers afirmou ter a solução do conflito pois estaria estudando a nacionalização da crise econômica mundial e a bolivarização dos dólares na América Latrina.

O ministro da Fazenda brasileiro, Guido Margarina, afirma que não há motivo para pânico. Disse que a poupança do pobre está à salvo, já que é composta de Telesenas, Poupa-Ganha, Super X-Cap e outros investimentos esdrúxulos rentáveis de baixo risco e grande liquidez internacional.

O ministro da Fazenda da China, Ping-Pong-Xi-Xo-Noi-ê, também afirma que não há motivo para pânico, pois a maioria da população chinesa vive em barracos feitos de bambu, rodeados por enormes plantações de arroz transgênico orgânico.

O ministro da Fazenda Tibetano, Pyrulitho, nem soube da crise, pois estava transcendendo a aura do seu corpo material, recitando o mantra "O-Lala-disse-pro-Lele-que-o-Lili-comeu-o-Lolo-do-Lulu-AAAUUUMMMMMMMMMMMMMM".

O ministro da Fazenda Africano, AbabêBabéBabú BalúBalalá Andersen, informou que o clima é tenso em seu país por outros motivos e que em outras palavras, a crise internacional imobiliária não fede nem cheira para a guerra civil e sua população ultra-miserável.

O ministro da Fazenda Colombiano, Carlos Cherra Coca, não se pronunciou, pois está se recuperando de um coma por uma overdose de pasta base.

O ministro da Fazenda Russo, VladVostok Zuchov Perestroika, não foi encontrado para pronunciamento. Fontes afirmam que viram o ministro nadando nu, bebendo Polônio-136 em algum lugar da Sibéria.

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